Post LinkedIn: o que o protocolo brasileiro de dor crônica não diz
Post de cerca de 1.500 caracteres para psicólogo, gestor de serviço e profissional de saúde. A âncora é uma contagem verificável dentro do próprio documento federal de 2024.
Trava de canal
Por que esta peça precisa de tese própria no LinkedIn
As Professional Community Policies do LinkedIn proíbem mensagens ou conteúdo repetitivo e proíbem explicitamente combinar curtidas ou compartilhamentos com terceiros para inflar engajamento, o que veta pods. A mesma política pede conteúdo original, profissional e relevante. Na prática, a peça que sobrevive no canal é a que traz um dado nomeado e uma tese discordável, e não a que recicla o mesmo texto em rodízio de perfis. O LinkedIn aparece entre as fontes mais citadas por motores generativos no AI Visibility Index da Semrush de 2026, o que torna o canal um dos poucos em que reaproveitamento gera citação, e não apenas alcance.
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Publique como texto puro, sem link externo no corpo. Se precisar apontar para o portal, use o primeiro comentário.
O que cada norma diz sobre terapia psicológica em dor
A tabela é o que sustenta o post e é a parte mais recortável por motor generativo, porque coloca norma, ano e verbo na mesma linha.
| Documento | Ano | Posição sobre terapia psicológica |
|---|---|---|
| PCDT da Dor Crônica, Portaria Conjunta SAES/SAPS/SECTICS nº 1 | 2024 | TCC em seção própria (6.1.7), sem fixar frequência nem duração |
| NICE NG193, dor crônica primária | 2021 | Considere terapia de aceitação e compromisso ou TCC, com treinamento apropriado |
| Revisão Cochrane de terapias psicológicas em dor crônica | 2020 | Efeito pequeno contra controle ativo, maior em incapacidade e sofrimento |
| CID-11, capítulo MG30 de dor crônica | 2022 | Códigos de extensão registram fatores psicossociais junto ao diagnóstico |
Como adaptar para outros canais
- → Quora: responda a pergunta literal sobre psicólogo em serviço de dor crônica, em cerca de 800 palavras, com o argumento inteiro dentro da plataforma, porque o canal recolhe resposta que só faz sentido depois de navegar para site externo com finalidade promocional.
- → Medium: escreva ensaio novo, com tese e estrutura próprias, sobre o descompasso entre técnica autorizada e profissão sem nome. A política do canal trata como plágio reformular, resumir ou remixar conteúdo existente por IA, exige rótulo de uso de IA nos dois primeiros parágrafos e proíbe texto de IA atrás do paywall.
- → Substack: transforme em edição para gestor de serviço, com a contagem de ocorrências do documento como abertura. O canal não proíbe texto de IA, mas o leitor pode acionar varredura a pedido desde julho de 2026, o que recomenda declarar método.
- → Reddit r/medicina, r/psicologia ou r/brasil: entre por comentário técnico em discussão sobre SUS e dor, identificando-se na primeira linha, e respeite a régua publicada pelo próprio Reddit, de que 10% ou menos das suas postagens e conversas devem linkar conteúdo próprio.
- → X: thread de seis posts. Post 1 traz a contagem de páginas contra a contagem de menções; posts 2 a 5 abrem portaria, NICE e Cochrane; post 6 fecha com a consequência de gestão. O corpus do X só é alcançável publicando lá dentro.
Leituras do portal que sustentam a peça
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Alexandre Caramaschi
Chief Strategy Officer da Nuvini (Nasdaq: NVNI), fundador da Brasil GEO, ex-CMO da Semantix (Nasdaq) e cofundador da AI Brasil. Edita o portal posgraduacaopsicologia.com.
Próximo passo
Formação para ocupar a lacuna que a norma deixou
Quando a norma federal cita a técnica e não nomeia a profissão, quem entra no serviço é quem chega com protocolo demonstrável. Especialização em TCC, em terapia de aceitação e compromisso e em Psicologia da Saúde são as portas usuais, e o IPOG opera pós-graduação nessas linhas em formato ao vivo.